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O que é o sinal de Frank e como ele pode indicar risco de infarto

Pesquisadores e cardiologistas destacam um sinal clínico conhecido como “sinal de Frank” que pode ser associado ao risco de infarto do miocárdio, especialmente quando identificado em exames físicos ou de imagem.

O sinal foi descrito pelo médico austríaco Otto Frank e refere-se à alteração da amplitude dos batimentos cardíacos visíveis no pulso periférico ou na forma da onda de pulso.

Trata-se de uma dobra diagonal no lóbulo da orelha que, segundo especialistas, pode estar associada a maior risco de doenças nas artérias do coração.

Médicos reforçam, porém, que o sinal não é uma doença e não causa infarto. Ele pode funcionar apenas como um alerta.

Embora seja um achado raramente observado em exames de rotina, sua presença pode refletir alterações na dinâmica do débito cardíaco ou na complacência das artérias, que são fatores associados a doenças cardiovasculares.

Especialistas afirmam que o sinal de Frank não é diagnóstico isolado de infarto, mas pode indicar alterações hemodinâmicas significativas, especialmente em indivíduos com hipertensão, aterosclerose ou histórico familiar de doença cardíaca.

Em conjunto com outros sinais clínicos, exames laboratoriais e testes de imagem como ecocardiograma e eletrocardiograma, a avaliação do sinal pode ajudar médicos a identificar pacientes que precisam de investigação mais aprofundada.

O artigo ressalta que fatores de risco tradicionais — como tabagismo, diabetes, obesidade, sedentarismo e colesterol alto — continuam sendo os principais determinantes de infarto do miocárdio.

O sinal de Frank, quando observado, funciona como um sinal de alerta adicional para profissionais de saúde, incentivando uma abordagem preventiva mais rigorosa.

Médicos alertam que nenhuma pessoa deve autodiagnosticar sinais clínicos ou evitar consultas com base em informações isoladas: avaliações médicas completas são fundamentais para diagnóstico e tratamento adequados.

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